|

|
16/05/2004 20:28
que desgrassa de foto q coloquei sem querer nessa porcaria de blog. nao me matem adoro jemc. foi um erro grave mas perdoavel. te mais.
enviada por filosofo
16/05/2004 20:21
www.midiaindependente.org oh galera vai nesse site que eh muito loco. meu irmao quebro o brasso ontem e ta no hospital. ta foda. to numa crise existencial de rotina na depressao nos pensamentos e sei lamais uma foto  fiquem ai esse dura um tempo ainda te mais.
enviada por filosofo
09/05/2004 11:16

eh uma loucura. mc5 eh musica de qualidade precurssora do punk. to lendo um monte de coisa, to desesperado, tenho que estuda pro vestibular e ler minha literatura. observem a loucura. to lendo nietzsche, milton santos, marilena chaui, o carteiro e o poeta, sartre( pros coco), poesia- que nunca pode falta,e seguindo a vida louca. gostei do pessoal que visitou meu blog, eh uma galera boa, principalmente o stenio, cara massa, qui ta estressado com o tg, e quer faze engenharia florestal. um abrasso pra galera toda, bebam muita cerveja e se fica bao beba mais.
enviada por filosofo
09/05/2004 09:05
eh cedo friozinho, uma desgrassa, mas uma maravilha, uma beleza. to amargurado perdido e atordoado nao sei que fasso tenho que dizer alguma coisa pra menina que eu gosto, mas quem eh? como direi, que dilema, que loucura ou retardamento, eh uma doidera.
mas ta massa, tava afim de dociar minha mente, um verde, um louco e doce doce. to afim de acampa de fugi do mundo que ta me matando. essa porra de mundo , que eh belo eh maldito eh encantador.www.viniciusdemorais.com.br deem uma olhada nesse site. eh classico. muito bem feito. alem do que eh o mestre vinicius quem escreve os poemas que nele aparecem.
enviada por filosofo
08/05/2004 17:04
ai pessoal nao embravessam mas vo coloca um texto grande aqui que vale a pena ler, eh uma critica do filme DIARIOS DE MOTOCICLETA do che , do inigualavel ernesto o che, classico da revolussao anti-imperialismo, da liberdade e do amor.ELE QUE NÓS AMÁVAMOS TANTO
Por CARLOS ALBERTO MATTOS
4/5/2004
O plano: levar para o cinema a viagem dos jovens Ernesto Guevara de la Serna e Alberto Granado, de moto e de carona, pela América do Sul em 1952.
O método: filmar sempre que possível nos mesmos lugares onde tudo aconteceu, com base nos relatos Notas de Viaje, de Guevara, e Con el Che por Sudamerica, de Granado.
Os pilotos: Walter Salles, um dos mais inteligentes e prestigiados cineastas do mundo hoje; o produtor Robert Redford, criador do Festival de Sundance e patrono-mor do cinema independente americano; o dramaturgo e roteirista porto-riquenho José Rivera, conselheiro do Sundance; o ator Gael Garcia Bernal e o músico Gustavo Santaolalla, mexicanos revelados em Amores Brutos; o ator argentino Rodrigo de La Serna, um novo Alberto Sordi; o fotógrafo francês Eric Gautier, o favorito de Patrice Chéreau, Raoul Ruiz e Olivier Assayas; o jovem montador brasileiro Daniel Rezende, indicado ao Oscar por Cidade de Deus.
O resultado: um filme para se ver com o coração e não se esquecer tão cedo.
A paráfrase acima, aludindo à forma como Che e o filme iniciam seus relatos, justifica-se pelos diversos paralelos que vêm sendo feitos entre a viagem iniciática de 1952 e a jornada da equipe, 50 anos depois, pelos mesmos cenários e diferentes emoções. À parte o clichê que sempre acompanha esse tipo de comparação (nós também éramos outros ao final do trajeto), há nesse caso razões de sobra para se dar crédito às declarações.
Afinal, os karmas eram numerosos. Granado, com mais de 80 anos, esteve presente em certos momentos da filmagem para revisitar o seu próprio passado e ajustar a sintonia fina da reconstituição. Rodrigo de la Serna, por uma mágica coincidência, vem a ser primo em segundo grau do Che. Diversos figurantes haviam sido pacientes reais do leprosário de San Pablo (Peru). Sem falar na figura icônica de Guevara, sempre capaz de mobilizar os resíduos de sonhos de quem ainda os conserva em algum cantinho da sua dignidade.
Este é, portanto, um filme que procura dialogar com o melhor de cada um de nós. E o faz com exemplar sobriedade, calor humano e absoluta competência artística. Mesmo para os admiradores do seminal Terra Estrangeira, é difícil contornar a evidência de que Salles tem em Diários de Motocicleta o seu melhor filme até aqui. E, diga-se de passagem, com a trilha musical mais bela e justa que ele já utilizou.
Confesso que, ao ler o Diário de Viagem De moto pela América do Sul, de Guevara (Sá Editora), já sabendo do projeto de adaptação, temi pela sorte de Walter Salles. O livro, escrito alguns anos depois da aventura, a partir das anotações de bordo, tem o frescor e a desimportância de um blog avant la lettre. Comparado com os melhores livros da geração On the Road, parece ingênuo e perdido em detalhes irrelevantes. O que lhe atribui valor, obviamente, é o percurso posterior do Che. O diário de moto limita-se a flagrar momentos em que as sementes do panamericanismo e da indignação social teriam fecundado a consciência do futuro revolucionário.
Salles e Rivera foram extremamente perspicazes em valorizar o que já havia de vivacidade no original e aquecer dramaturgicamente o que no livro esbarrava em retórica. Cabe aqui ressaltar que não conheço o relato de Granado, mas acredito que ele tenha contribuído muito para o humor e a energia do filme.
Entre os muitos agradecimentos de Walter Salles no site internacional do filme, ele menciona Ettore Scola, com quem teria conversado mais de uma vez sobre esse projeto e que teria dado boas sugestões sobre a progressão da história. Isso, mas não só isso, explica o sabor de comédia italiana que perpassa o filme inteiro, fazendo-nos lembrar ora de Nós que nos Amávamos Tanto, ora de Aquele que Sabe Viver/Il Sorpasso, este escrito por Scola para Dino Risi, ou mesmo de O Incrível Exército Brancaleone. A influência, de resto, soa legítima em função do traço italianado que marca a cultura e o humor argentinos.
Assim, Ernesto e Alberto avançam no lombo de La Poderosa, na carroceria de caminhões ou mesmo a pé, entre xingamentos e gozações mútuas, explorando o gênero de comédia da dupla ora trapalhona, ora vigarista, e sempre transbordante de humanidade. O ritmo é impecável e as atuações, excelentes. Gradualmente, os encontros na estrada e nas pequenas cidades do caminho vão preparando a suave metamorfose na mentalidade de Ernesto.
Essa evolução é tratada cinematograficamente de maneira sutil mas efetiva, no que muito ajudou a compreensão dos dois atores principais. O fato de Alberto/Rodrigo manter seu histrionismo inalterado durante todo o trajeto serve como parâmetro fixo para que melhor percebamos as transformações de Ernesto/Gael.
No início da viagem, Ernesto quase não fala. É um adolescente retraído, que não sabe dançar, não tem atrevimento sexual e parece dependente das relações familiares. Segue praticamente rebocado por Alberto. Aos poucos, porém, suas reflexões em off vão sinalizando a presença de um inconformismo ainda reprimido pela timidez e pela exuberância do companheiro. A partir do encontro com o casal de comunistas chilenos (único episódio que escapa à naturalidade com que tudo parece acontecer no roteiro), as mudanças começam a assumir uma expressão mais física. O olhar de Ernesto vai se tornando mais grave, sua barba parece crescer junto com a percepção da injustiça e da exploração dos pobres e índios sul-americanos. Até que o discurso de aniversário na colônia de leprosos manifesta sonoramente para espanto de Alberto o novo patamar de suas idéias.
Com esse conjunto de sinais sonoros e visuais, habilmente distribuídos ao longo do filme, Walter Salles dá conta de uma tarefa delicada, evitando seja a banalidade da aventura-pela-aventura, seja a eloqüência pueril da aquisição súbita de consciência.
Entre as liberdades tomadas em relação ao texto do Che (baseadas nas memórias de Granado, talvez?), há duas de forte conteúdo simbólico. Na primeira, Ernesto discute com um feitor de multinacional e atira uma pedra no seu caminhão teria Guevara sido um precursor da intifada?! Já no clímax dramático do filme, Ernesto descola monumentalmente do ordinário do mundo ao fazer uma épica travessia do rio Amazonas com um objetivo humanitário. Nesses dois momentos, em que ressalta a decisão de sintetizar mais enfaticamente o processo ideológico do herói, o filme arrisca o rigor historiográfico em benefício da catarse ficcional.
Outro pequeno arroubo de retórica aparece na suposta confrontação entre Machu Picchu e Lima, com sério prejuízo para a segunda. Em Notas de Viaje, pelo menos, Che fez mais elogios que críticas à capital peruana: cidade atraente, com um centro notável, novas avenidas agradáveis e largas, belos bairros residenciais e lugares extremamente prazerosos ao longo da costa. A inclusão da referência desabonadora à cidade moderna, exemplificada pela vista aérea de uma provável área de subúrbio, ou sintetiza toscamente um pensamento geral de Guevara ou veicula alguma estranha sobreposição de idéias.
Detenho-me num detalhe aparentemente insignificante por se tratar de um filme que pede para ser medido pela ética como pela estética. Afinal, Diários de Motocicleta é um típico filme de Walter Salles. Lá estão o desejo de evasão, a viagem sensibilizadora, o elogio do rústico e do humilde. Faço minha a observação do colega Ricardo Cota, para quem o Che de Bernal parece um alter ego do diretor. A explicação vai por minha conta: o mesmo recuo pessoal para que outros brilhem também, a mesma obstinação no respeito (cristão, diriam alguns) pelo outro, a mesma disposição para lançar pontes entre os dois lados do rio.
Para terminar, mais um paralelo com a enunciação do diário: este não é um filme de façanhas de linguagem, nem de dispositivos teóricos evidentes. Talvez não ganhe o Festival de Cannes, talvez não sensibilize as platéias da era Bush. É apenas um retalho de memória de tempos de inauguração e utopia, revivido com serenidade e talento. O suficiente para gerar um grande pequeno filme.
# DIÁRIOS DE MOTOCICLETA (The Motorcycle Diaries)
Argentina/Brasil/Chile/Inglaterra/Peru, 2004
Direção: WALTER SALLES
Produção: MICHAEL NOZIK, EDGARD TENENBAUM, KAREN TENKHOFF
Produção executiva: ROBERT REDFORD, PAUL WEBSTER, REBECCA YELDHAM
Roteiro: JOSÉ RIVERA
Fotografia: ERIC GAUTIER
Montagem: DANIEL REZENDE
Música: GUSTAVO SANTAOLALLA
Desenho de produção: CARLOS CONTI
Supervisão de arte: GIANNI MINÀ
Elenco: GAEL GARCÍA BERNAL, RODRIGO DE LA SERNA, MIA MAESTRO
ai gostaram? o che e o classico, o foda eh que hoje sua foto eh simbolo pop e tem muito cara e mossa por ai que usa camisa do che e nem sabe quem ele foi, isso eh o inferno pra mim. que desgrassa
enviada por filosofo
04/05/2004 08:41
oh esse eh um surto de nostalgia, nao leiam se quiserem. ah le ai depois a gente conversa.
eh to aqui de manhan esperando a hora de ir pra escola. ah eh utopia to eh no cursinho , mas sou irremediavelmente nostalgico, isso eh um problema. to mais uma vez escutando smashing pumpkins, eh fome do bicho, eh loucura, eh entusiasmo. essas musicas me trazem lembranssas de tempos passados, dos tempos em que eu e o isaac e o bardoia e o presunto e a galera cult via o dia inteiro arquivo x e tomava cafe e discutia literatura (o que fazemos ate hoje, discutimos literatura, cinema, filosofia, historia e qualquer porcaria), era inverno e lembro do frio da tv da paranoia.
aquele tempo em que conheci alvares de azevedo, sex pistols, fomiei pink floyd e matei aula pra joga rpg. ah o roque estudava conosco, liamos, li machado de assis e pirei, tinha o wilson professor de literatura, falador de latim e fraces, e monopolizavamos o som da escola, dava briga. hoje disperssos mas juntos ainda, a galera ta doida, tranquila. vamo caminha esses dias pras rossas por ai. eh nostalgia. meu nome devia ser esse. lembro do sul, o inverno, as paisagens.
tenho medo do tempo. o tempo eh cruel. dizia mario quintana: que do tempo somos escravos, ele eum velho paralitico que empurramos todos os dias numa cadeira de rodas. os amantes, poetas, sei la mais quem o ignoram. ele fica puto quando em seu caminho aparece uma roda de crianssas brincando, tem que desviar porque elas o ignoram. quem me dera ter mente de crianssa maior poder nao ha.
ia bota uma imagen hoje mas nao to afim ate porque elas tao esgotando e tenho de procurar mais. ate qualquer hora. vo estuda. ah pensem nisso: " como sao as cisas quando nao olhamos pra elas?"(jose saramago). que o rock`n`rol bange seus ouvidos. ate mais.
enviada por filosofo
02/05/2004 18:27
a nao me aguento to afim de descarregar imagem aqui, entao aguentem. qualquer hora escrevo sobre filosofia esperem. e quando as portas da percepssao se abrirem , o mundo se mostrara como verdadeiramente eh.
dentro em pouco estarei partindo pra machu pichu, levando somente eu e a liberdade, mochila nas costas e estrada nos pes.
deixa eu ir que tenho que ir a missa, o porcaria. ate mais viva o rock!
enviada por filosofo
02/05/2004 16:38
no essa foto e o maximo, oh galera vamo sai caminhando pelo mundo um dia, viver a vida o sol a lua a vida.
escutem rock`nroll e os passaros e leiam poesias e declarem seu amor e caminhem , caminhem muito. ah uma poesia:
so resta o corpo.
o corpo, uma maca, livros,papeis e lapis.
os sapatos ja se foram.
beijaram a amiga estrada ate a morte.
os sentidos ja nao sentem.
mas ha uma musica no ar.
uma bela musica,a musica
de seus labios, de voce, de seu corpo,de seu espirito aconchegante.
ah abram os olhos galera.
enviada por filosofo
02/05/2004 16:17
aqui galera tamos de volta. a galera minha ta numa onda de xamanismo, de filosofia ancestral, muito louco. tem muita verdade no pensamento indigena. ai vao umas imagens de xamas muito massas.
tinha um texto pra coloca aq mas eu perdi. aq tb o smashing pumpkins classico urbanoide.
ontem a galera reuniu pra festa do felipe,foi bom a galera eh massa o som eh bom. to conversando com uma menina no icq, ela eh legal, mas internet e foda porque vc nao conversa diretamente com a pessoa isso eh ruim.mas mesmo assim ela eh muito legal, tem um papo legal.
ah ontem se deu a grande festa dos destaques que porcaria que burguesia falsa, acham que tem modos de elite, ahahah, eh o operariado mais banal que ja vi. o inferno.
ah ontem descobri que noz moscada eh um entorpecente, em grandes quantidades tem efeito igual ao do ecstase. mas disseram q lenha o cara eh ressaca pior que de cachassa.
lembre-se sempre de que nao vivemos a realidade, nossos olhos tem que se dilatar muito pra enchergarmos o real.
enviada por filosofo
28/04/2004 17:52
ae galera faz... esses dias nao vim aqui porque nao deu mesmo, queria agradecer ao bolina que me deixou uma mensagem e a um cara doido ai que eu nao conhesso que tambem escreveu.(espero que alguem leia isso um dia)
essa loucura de arte eh o que move nossa( minha vida) eh o que alimenta minha sede de inconsciencia, subconsciencia e entorpecencia. leiam e reflitam sobre o que eh a arte.
28/04/2004 - 09h00
Exposições em Londres questionam o sentido da arte
A enorme estrutura de aquário da obra "The Pursuit of Oblivion", tema recorrente na carreira de Damien Hirst, chama a atenção na Tate Modern, em Londres. Dentro do quadro tridimensional, uma vaca cortada ao meio, pendurada em ganchos de frigoríficos, está rodeada por peixes que nadam e se alimentam do corpo do animal morto. No fundo, um crânio e uma concha repousam sobre um banco perfurado por facas. Garrafas de champanhe, um capacete, uma frigideira e um guarda-chuva compõem o resto da peça, que lembra obras de Dalí.
Apesar do riso de alguns visitantes, "Pursuit" é uma das peças mais chocantes da mostra na Tate. "Senti-me um pouco mal", diz a professora Rica Patiantosch, 29. "Mas acho que esse é o papel da arte. Foi para isso que vim."
Algumas das obras na Tate estão confundindo os visitantes. Tanto que a função de um empregado é alertar as pessoas de que o lugar em que elas acabaram de colocar a bolsa é, na verdade, uma obra de arte. Trata-se de "Spam", de Sarah Lucas, um bloco de poliestireno pintado de rosa que pouco chama a atenção. "Entendo que possa causar confusão, mas o tema de 'Spam' é recorrente no trabalho de Sarah. A artista costuma pegar elementos do dia-a-dia, nesse caso uma pasta de carne que era comercializada nos períodos de guerra, e a expõe em um contexto diferente. É algo minimalista e cheio de humor britânico", diz a curadora.
A impressão, para alguns, é realmente essa: que tudo não passa de uma piada. "Não achei nada chocante", diz o gerente de marketing Frans Waals, 59. "Muitas das obras parecem ter apenas um título irônico, um humor que funciona apenas no começo."
Marcus Cope, 23, que além de trabalhar na galeria é estudante de artes, já viu muita gente reclamar. "Tem visitante que não tem vergonha de dizer bem alto que as obras são uma merda, mas percebo que a reação da maioria das pessoas é positiva", diz. "Ainda assim acho que a mostra tem um certo ar de circo, de 'freak show'."
"Freak show" é um dos adjetivos que os jornalistas de tablóide costumam usar ao se referir ao acervo de Charles Saatchi. E a culpa é de obras como os manequins dos irmãos Chapman que representam crianças com órgãos sexuais nos lugares em que deveriam estar nariz e boca.
Desde 2003, quando o colecionador abriu a sua própria galeria em um dos pontos turísticos mais movimentados de Londres, ao lado da roda gigante London Eye, mais de 500 mil pessoas já foram conferir de perto as obras.
Com a exibição "New Blood", a galeria espera aumentar o fluxo de visitantes. "São obras muito interessantes, várias estão sendo exibidas pela primeira vez, e isso está trazendo mais pessoas", revela o porta-voz da Saatchi.
Mas será que as novas aquisições, como uma gigante máquina de tear ou uma montanha formada com ratos mortos merecem atenção? Segundo a crítica britânica, não. Alguns jornais dizem que a técnica usada por Saatchi de comprar em quantidade quando o preço está lá embaixo e de adquirir peças de artistas novatos parece não funcionar.
"Novidade não tem o menor valor artístico, mas acabou se transformando na razão por trás da exposição (...). Será que o colecionador gosta do que ele está comprando?", escreveu o jornal "The Observer". Já "The Guardian" ataca: "Isso é o que acontece quando a arte contemporânea vira um fenômeno turístico. Para quem foi feita a exibição? Os artistas, a audiência ou para suprir as fantasias do colecionador?"
O público que anda lotando a galeria Saatchi também não parece interessado. "Achei tudo horrível. Parece que as peças foram escolhidas apenas para chocar", diz a produtora Emma Allen, 36.
Mas é essa a função da arte, chocar? "Acredito que sim. Ao longo da história, esse tem sido um de seus papéis mais importantes", diz Rob Bowman, organizador da "Beck's Future", competição e mostra que reúne artistas novos, em cartaz no ICA (Instituto de Arte Contemporânea). "Isso estimula um diálogo maior entre a obra e o público. Apesar de não ser algo intrínseco à arte, acho que é um elemento que deve ser levado em conta pelo artista."
É em exposições como a "Beck's Future" que Saatchi costuma buscar novos artistas. Uma das peças mais curiosas de "New Blood" é uma múmia que geme, criada por Francis Upritchard, vencedor do prêmio do ICA, em 2003. Neste ano, o brasileiro Tonico Lemos Auad está participando da "Beck's Future". Suas esculturas feitas com pêlos soltos de carpete e desenhos em cachos de bananas estão causando reação na mídia parecida com a que os artistas da Brit-Art costumam provocar. "Os jornais adoram uma polêmica, mas o público tem sido cativado pela inventividade das peças de Tonico. Acho que elas podem muito bem vir a fazer parte da coleção Saatchi", acredita Bowman.
Talvez a saída de "In-A-Gadda" resuma bem a história. Ao deixar a galeria, o visitante é obrigado a passar pela lojinha do museu. Nas prateleiras, livros, pôsteres etc. estampam o título da exibição. Ao lado dos caixas, perto dos cartões-postais, um livro traz como título a pergunta: "Mas será isso arte?".
ai eh uma reportagem da folha de sao paulo, arte eh tudo que se quer que seja arte.
ah nao aguento ai vai mais uma foto de banda classica
 esses caras sao o sex pistols, banda punk que eu gosto muito eles sao eram loucos eu tambem quero ser, mas quero ser um cachoro louco, como canta o Anarkaos dos meus amigos classicos daqui, escutem anarkaos e deliciem a boa musica alternativa.
enviada por filosofo
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
|

|